Além de conter todas informações sobre o evento, sua história e edições anteriores, site permite inscrições de participantes, credenciamento de imprensa e de voluntários
A partir dessa sua 7a edição, o maior festival estudantil da América Latina contará com um endereço próprio na internet, o www.bienaldaune.org.br, que já está no ar reunindo as principais informações sobre o evento, sua história, edições anteriores e tudo da edição 2011 no Rio de Janeiro. Desde já, o site da Bienal será o principal canal de notícias sobre atrações confirmadas, programação, dicas para os participantes, informações sobre os locais do evento, mapas e outras ferramentas de interação.
Inscrições e credenciamento de imprensa
O site da Bienal da UNE também permite que jovens de todo o país façam a sua inscrição no evento. Basta clicar no link específico, gerar um boleto bancário e efetuar o pagamento. O comprovante deverá ser apresentado no dia de credenciamento, no Rio de Janeiro. Jornalistas, veículos de imprensa, blogs e outros órgãos de comunicação interessados na cobertura do evento também devem se credenciar através do site, a partir do link “Sala de Imprensa”. É necessário preencher algumas informações profissionais e retirar a credencial, no dia 18 de janeiro, na Bienal.
Voluntários
Já estão abertas também as inscrições para voluntários da 7a Bienal, os interessados poderão atuar, durante o festival, nas seguintes áreas Produção e Secretaria, Estrutura, Coordenadoria de Área, Jornalismo, comunicação e cobertura, Lado C e Mobilização. Outras informações também no site da Bienal.
Da Redação
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Com a realização da primeira Bienal da UNE, em 1999, na cidade de Salvador, a entidade retomou seu papel de referência no cenário cultural brasileiro e passou a influir novamente nos rumos do debate sobre a elaboração das políticas públicas para a área.
A iniciativa se consolidou de vez em fevereiro de 2001, com a realização da 2ª Bienal, no Rio de Janeiro, onde começou a discussão sobre uma forma mais contínua de fomentar a produção cultural e artística nas universidades. O "Lado B" (espaço para programação não-oficial) e o "Lado C" (visita e interação com as comunidades dos morros do Rio de Janeiro) foram as grandes novidades. Mas o grande fato que marcou esta edição foi o amadurecimento do trabalho cultural da UNE, que se expressou no lançamento do Circuito Universitário de Cultura e Arte, o CUCA da UNE.
A Bienal realizada em Recife, em fevereiro de 2003, veio para consolidar o projeto CUCA e iniciar a formação de uma rede cultural estudantil organizada nas universidades do país. Naquele ano, a partir da temática "Um encontro com a cultura popular", o festival trouxe uma programação que discutiu a identidade cultural do povo brasileiro. Foi o momento também de avaliar a postura do novo governo eleito em relação às políticas culturais e à valorização da cultura popular. Participaram os ministros Gilberto Gil (Cultura), Roberto Amaral (C&T), Alceu Valença, Marcelo Yuka, Mundo Livre S/A e o escritor Ariano Suassuna.
Em 2005, com o tema "Soy Loco por ti América", a 4ª Bienal teve o propósito de provocar uma reflexão sobre as possibilidades da integração do continente, a partir do diálogo entre a cultura e as diversidades de seus povos. O festival ocorreu em São Paulo, paralelo ao XIV Congresso Latino Americano e Caribenho de Estudantes (CLAE), fato que viabilizou a vinda de grande número de participantes de outros países. O tema do congresso, "Outra América é Possível", reforçou a ideia de unidade e integração latino-americana ao propor mudanças na área econômica, política e social. Personalidades como o ministro da educação de Cuba, Vecinno Alegrete; Aleida Guevara (médica cubana e filha de Che); Enio Candotti; Mino Carta; Aziz Ab'saber; Nação Zumbi e Serginho Groisman marcaram presença.
No ano da comemoração de seus 70 anos, a UNE retornou à sua casa natal. A cidade do Rio de Janeiro recebeu no verão de 2007, sob as influências dos Orixás, “Brasil-África: um Rio Chamado Atlântico”. Nesta edição a Bienal vai às ruas e ocupa a região da Lapa e da Cinelândia com seus equipamentos culturais, praças e ruas. Intelectuais como Alberto da Costa e Silva e Abdias do Nascimento, o ministro Gilberto Gil, o escritor angolano Ondjaki, músicos como Martinho da Vila, Lenine, Mr. Catra e Beth Carvalho foram as presenças.
No verão de 2009, a cidade de Salvador recebeu pela segunda vez, os estudantes brasileiros. A reflexão sobre a formação do povo brasileiro no local onde sua atual conformação se deu, orientaram os debates, num festival carregado por atividades ao ar livre.

