26.11.09

O 10º Seminário Nacional do Cuca pelos "Cuqueiros" O 10º Seminário Nacional do CUCA da UNE é o maior da história, pois tem mais estados representados

26 de novembro de 2009


O 10º Seminário Nacional do CUCA da UNE é o maior da história, pois tem mais estados representados. “Ele seria muito maior, mas tivemos que adiar. Ainda assim conseguimos manter a qualidade. São 15 estados representados, destes 13 já estão constituídos. E do ponto de vista qualitativo está muito bom”, comenta Alexandre Santini, que passou o “bastão” da coordenação dos CUCAs pelo país para Fellipe Redó. “Este seminário teve condições de ser maturado e o resultado está aí, um pessoal com moral ‘alta’”, cheio de vontade de fazer acontecer, resumiu Santini. Para Redó, o CUCA, como circuido, é algo que circula, que se multiplica.

O Brasil tem muitas caras, por isso concentra uma cultura diversa e extremamente rica. A partir de hoje acompanhe uma série de depoimentos de “cuqueiros” de diferentes regiões brasileiras, contando suas expectativas e experiências.

“O CUCA da UNE foi sem dúvida o que poderia pautar cultura de forma mais engajada na universidade”, conta Beatriz Calheiro, coordenadora do CUCA do Amazonas sobre a experiência neste estado.

Fábio “Alemão”, coordenador do CUCA do Rio Grande do Sul, fala sobre os projetos para 2010, incluindo o Fórum Social Mundial.

“Queremos romper barreiras”, resume Rodrigo Bico, que é artista e coordenador do CUCA do Rio Grande do Norte.

Da Redação.



Manuela é a melhor parlamentar de 2009


Após 50 dias, o Prêmio Congresso em Foco 2009 teve a votação encerrada à zero hora desta sexta-feira (20). O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) e a deputada Manuela D’ Ávila (PCdoB-RS) foram eleitos pelos internautas os melhores parlamentares do ano.

De acordo com os votos recebidos via internet (confira a votação final), Cristovam também foi o parlamentar que mais se destacou na defesa da educação. Os internautas escolheram ainda os destaques em outras três categorias especiais: o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA), no combate à corrupção; a senadora Marina Silva (PV-AC), na defesa do meio ambiente; e a liberação da internet na campanha eleitoral de 2010, resultante de emenda proposta pelo senador Aloizio Mercadante (PT-SP), como a principal iniciativa do Congresso Nacional neste ano.

Também receberão uma premiação especial a senadora Marina e o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), os dois congressistas mais votados pelos 176 jornalistas políticos de Brasília que fizeram a pré-seleção dos 38 parlamentares - 27 deputados e 11 senadores - que participaram da votação na internet. Todos os 38 serão premiados, em cerimônia que será realizada às 20h30 do próximo dia 7 no auditório da Procuradoria-Geral da República.

"Debate com a sociedade"
Na solenidade, também terão distinção especial os três parlamentares mais votados na Câmara e no Senado. O segundo senador mais votado foi Arthur Virgílio (PSDB-MA), que teve uma diferença inferior a mil votos em relação ao primeiro colocado. Em terceiro lugar, ficou Alvaro Dias (PSDB-PR). Na Câmara, a segunda maior votação foi de Rita Camata (PSDB-ES) e o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) ficou na terceira colocação.


Deputada de primeiro mandato, Manuela diz que o resultado final da votação tem um sabor especial para ela, por sair de uma votação nacional aberta e que envolveu todos os estados do país. “O prêmio tem um papel importante, pois avalia a melhor atuação dos parlamentares nas duas Casas. É um debate com a sociedade, que conta com a avaliação final dos milhares de internautas deste país através do voto. Estou muito feliz e satisfeita”, afirmou a deputada.

Na opinião de Cristovam, a premiação pode contribuir para apagar a paralisia que tomou conta do Senado neste ano. “Este prêmio é o reconhecimento do nosso trabalho. Ela vem num momento muito oportuno. Não há dúvida que ele ajuda em muito na aproximação com a sociedade, que fez um julgamento por meio do voto popular. Isso é muito positivo”, avaliou Cristovam.

Premiações
Pelo regulamento do prêmio, os três deputados e três senadores mais votados pelos internautas recebem troféus. Do quarto ao décimo lugar, os congressistas agraciados recebem placas. E todos os 38 pré-selecionados pelos jornalistas que cobrem o Congresso receberão certificados, atestando a avaliação de que estão entre os melhores parlamentares do país.

Placas marcarão os prêmios para as categorias especiais. Na internet, a mais disputada delas foi a de combate à corrupção. O deputado Flávio Dino, que já atuou como juiz federal, terminou com uma vantagem inferior a mil votos sobre o segundo colocado, o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR).

Fruet festejou a sua inclusão, pelo quarto ano consecutivo, entre os melhores parlamentares do Congresso. “Ser indicado por repórteres que acompanham a rotina da Câmara de perto é uma grande honra. Isso me deixa ainda mais satisfeito e com motivos para comemorar esse prêmio”, disse o deputado.

Na categoria iniciativa do ano, o projeto de liberação da internet nas campanhas eleitorais ganhou a disputa com folga. Pelo resultado final da votação, a proposta somou mais de 6 mil votos à frente da segunda "iniciativa" mais votada, a CPI da Pedofilia. Emenda incorporada pelo Senado à minirreforma eleitoral, ela garantiu na internet “a livre manifestação de pensamento, vedado o anonimato, durante a campanha eleitoral, assegurado o direito de resposta”, com punições para a “utilização indevida” da rede. A alteração afastou as restrições inicialmente impostas à web, no projeto votado pela Câmara.

O Prêmio Congresso em Foco conta este ano com o patrocínio da Petrobras e da AmBev, além do apoio da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis).

19.11.09

UJS Contra a Municipalização = privatização da Água em Chapecó



A União da Juventude Socialista junto com os demais movimentos sociais organizados de Chapecó está na luta contra a privatização da água no município.

O Lógica de um prefeito de direita é privatizar todos os serviços públicos a exemplo disso foi o FHC em seus 8 anos de governo privatizando a vale do rio doce, parte da Petrobras e mais 110 empresas. O prefeito de Chapecó João Rodrigues quer privatizar a água.

UJS Convoca todos os militantes e simpatizantes a participar das mobilizações contra a privatização da água no município de Chapecó . A desculpa do prefeito é dizer que vai municipalizar a água mas o caminho é privatizar assim como já aconteceu em outros municípios do estado posterior ao processo de municipalização, possa haver a privatização do serviço, como coincidentemente aconteceu em Lages e em Blumenau que municipalizaram e privatizaram o abastecimento. Com a privatização, conseqüentemente o consumidor pagará muito mais caro e não terá os serviços de água e esgoto, principalmente os moradores mais distantes do centro.

Municipalizando = Privatizando o valor da água será mais caro a exemplo disso já aconteceu com a energia elétrica e o telefone que era publico e agora é privado e com altos valores cobrados. Essa é a lógica do Neoliberalismo que continua atuando em políticas de prefeitos de direita que buscam continuar o projeto neoliberal da era FHC.

União da Juventude Socialista -UJS

13.11.09

Estudantes marcam presença na VI Marcha Nacional da Classe Trabalhadora

Cerca de 1500 estudantes de escolas e universidades de todo o país uniram-se aos trabalhadores na VI Marcha da classe trabalhadora em Brasília. "Além da redução da jornada de trabalho, também demarcamos a defesa do Pré-sal, para que sua riqueza seja revertida aos interesses nacionais e repartida com todo o povo brasileiro", declarou Augusto Chagas, presidente da UNE. Uma das prioridades da entidade é que 50% dos recursos do Fundo do Pré-sal sejam destinados à Educação. "A unidade dos movimentos sociais é simbólica e demonstra maturidade. Com certeza vai garantir mais direitos à classe".

Centrais sindicais e integrantes de movimentos sociais promoveram nesta quarta-feira, 11, a maior das mobilizações já realizadas desde 2004, de acordo com os organizadores. O movimento estudantil marcou presença e levou ao evento pelo menos 1500 estudantes, vindos de escolas e universidades de todo o país. A caminhada passou pela explanada dos Ministérios e seguiu até a Praça dos Três Poderes, onde aconteceu o ato político com a participação da UNE e de outros movimentos sociais, como a UBM e o MST, e os presidentes das centrais sindicais (CTB, Nova Central, CUT, Força Sindical, UGT e CGTB).

A pauta principal da VI Marcha Nacional da Classe Trabalhadora é a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem diminuição do salário. As centrais definiram também outros eixos unificados de reivindicações: a exigência que o Congresso aprove o PL 01/07, que garante a política de valorização do salário mínimo; um novo marco regulatório para o pré-sal, que garanta soberania nacional sobre a exploração e o uso dos recursos, destinando-os à Educação e políticas públicas de combate às desigualdades sociais e regionais; atualização dos índices de produtividade da terra e aprovação da PEC 438/01 contra o trabalho escravo; ratificação das Convenções 151 e 158 da OIT; aprovação do PL sobre a regulamentação da terceirização e combate à precarização nas relações de trabalho.

“Conseguimos demarcar na Marcha a defesa do Pré-sal, para que a riqueza que proveniente da exploração seja revertida aos interesses nacionais e repartida com todo o povo brasileiro”, afirmou Augusto Chagas, presidente da UNE, mencionando a campanha prioritária da entidade no último período. A proposta da UNE é que 50% do Fundo do Pré-sal sejam investidos na Educação. Sobre o evento, que reuniu cerca de 50 mil brasileiros no Distrito Federal, Chagas comentou a união das centrais. “A marcha de 2009 demonstra maturidade, que com certeza vai garantir mais direitos para os trabalhadores do Brasil”.

E as centrais também reconhecem que a unidade do movimento traz mais conquistas . "Esta unidade das centrais sindicais tem avançado e a CTB reforça a necessidade de realizarmos uma nova Conclat (Conferência da Classe Trabalhadora)”, comentou Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil). Ele afirma que evento seria um grande encontro das centrais, capaz de ampliar os avanços na defesa de um projeto de desenvolvimento com valorização do trabalho e distribuição de renda.

“Mais de 43 milhões de brasileiros vivem com um salário mínimo, sendo 18 milhões de aposentados. Esse povo espera e quer que o Congresso aprove a política de valorização do salário mínimo, que foi fruto da mobilização das centrais, para garantir que a valorização do mínimo permaneça até 2023, fazendo com que isso não seja uma política apenas do governo Lula, mas também de Estado”, defendeu o presidente nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique.

Audiências com Temer e Sarney

Enquanto as lideranças sociais ainda comandavam o ato político em frente ao Congresso, os presidentes e outras lideranças das seis centrais sindicais foram recebidos pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP). Sobre a redução da jornada sem redução de salário, cuja PEC está à espera de votação em plenário da Casa, Temer afirmou que se trata de uma matéria polêmica, sem dúvida. “Simplesmente marcar uma data para votação em plenário não dá certo. O que eu quero é fazer sentar deputados que representam o grupo contrário à medida e os favoráveis, mais as centrais sindicais, e encontrar um caminho para encaminhar o tema com entendimento entre os líderes partidários", disse. Ele prometeu instalar uma espécie de comissão de deputados e centrais para elaborar uma forma de encaminhar a PEC ao plenário com grande possibilidade de aprovação. Já o presidente do Senado, José Sarney, em uma audiência relâmpago, garantiu colocar a ratificação da convenção 151 para votação, com prioridade. A 151, que estabelece a negociação sindical e coletiva permanente no serviço público, já foi ratificada pela Câmara.

Da Redação, com informações da CUT e CTB.

9.11.09

DCE Unochapecó elege nova direção


No dia 05 de Novembro foi eleita a nova direção do DCE da Unochapecó com 1948 estudantes participando do processo eleitoral. A Chapa 2 “Acorda DCE” foi eleita com 1271 votos, o que equivale a 67% dos votantes. “Essa vitória não é apenas da chapa nem do coletivo do movimento estudantil ao qual pertencemos, mas de todos os estudantes da Unochapecó”, declara a presidente eleita Débora Diana da Rosa, acadêmica do 8º período de Psicologia. Essa é a segunda vez na história do DCE da Unochapecó que uma mulher vai dirigir a entidade.

A Chapa 2, “Acorda DCE!”, foi organizada por estudantes de vários cursos da Universidade, descontentes com a situação atual da entidade, apática e distante dos interesses da categoria discente.

A presidente eleita ressalta que as principais bandeiras do movimento estudantil precisam ser resgatadas. “Precisamos fortalecer a participação dos estudantes no movimento estudantil, lutar por um transporte público de qualidade, contra reajustes abusivos das mensalidades e pelo fortalecimento do tripé ensino-pesquisa-extensão na Unochapecó”, destaca Débora.

A solenidade de posse da nova direção do DCE ocorrerá nessa segunda-feira, dia 09 de novembro, as 20:30h na sede da Entidade.